Missionários perseguidos na Índia
Cristãos indianos da agência missionária Gospel for Asia (GFA) foram agredidos e presos pela polícia durante o festival popular Ardh Kumbh – que reúne milhares de peregrinos hindus para se banharem na confluência de dois rios, no norte da Índia, considerados sagrados na cidade. Os missionários da GFA e estudantes do seminário estavam no evento com o objetivo de falar do amor de Jesus. A equipe era composta por membros do escritório estadual da GFA, mulheres das igrejas locais, pastores de Allahabad, estudantes e funcionários de seminários. No último dia 21, mais de 200 mil peregrinos tinham aceitado folhetos evangelísticos sem nenhuma objeção. Porém, momentos depois, radicais anticristãos discordaram do evangelismo e agrediram três missionários. Além da agressão, o grupo roubou materiais e fez com que os cristãos se retirassem do festival. Na ocasião, um dos missionários foi gravemente ferido, mas já passa bem. Na manhã seguinte, os cristãos retornaram ao festival para dar prosseguimento à missão. O evangelismo seguia até a polícia pedir que as equipes da GFA, tanto feminina quanto masculina, parassem. As mulheres recuaram, mas os homens não. As autoridades, então, prenderam seis missionários, que foram interrogados. Um dos pastores presos considerou “uma honra” ser perseguido pelo Evangelho. O presidente da GFA, K. P. Yohannan, está preocupado com a perseguição e pediu apoio em oração de irmãos em Cristo do mundo todo. “Por favor, ore por nossos obreiros que estão trabalhando nesse evento, e para que muitos peregrinos recebam as boas novas do perdão por meio de nosso Senhor”, suplicou
Cristãos indianos da agência missionária Gospel for Asia (GFA) foram agredidos e presos pela polícia durante o festival popular Ardh Kumbh – que reúne milhares de peregrinos hindus para se banharem na confluência de dois rios, no norte da Índia, considerados sagrados na cidade. Os missionários da GFA e estudantes do seminário estavam no evento com o objetivo de falar do amor de Jesus. A equipe era composta por membros do escritório estadual da GFA, mulheres das igrejas locais, pastores de Allahabad, estudantes e funcionários de seminários. No último dia 21, mais de 200 mil peregrinos tinham aceitado folhetos evangelísticos sem nenhuma objeção. Porém, momentos depois, radicais anticristãos discordaram do evangelismo e agrediram três missionários. Além da agressão, o grupo roubou materiais e fez com que os cristãos se retirassem do festival. Na ocasião, um dos missionários foi gravemente ferido, mas já passa bem. Na manhã seguinte, os cristãos retornaram ao festival para dar prosseguimento à missão. O evangelismo seguia até a polícia pedir que as equipes da GFA, tanto feminina quanto masculina, parassem. As mulheres recuaram, mas os homens não. As autoridades, então, prenderam seis missionários, que foram interrogados. Um dos pastores presos considerou “uma honra” ser perseguido pelo Evangelho. O presidente da GFA, K. P. Yohannan, está preocupado com a perseguição e pediu apoio em oração de irmãos em Cristo do mundo todo. “Por favor, ore por nossos obreiros que estão trabalhando nesse evento, e para que muitos peregrinos recebam as boas novas do perdão por meio de nosso Senhor”, suplicou
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