14 de ago. de 2013

Os representantes de Cristo


“Somos embaixadores por Cristo” (2 Cor 5.20). O embaixador tem de representar fielmente o soberano que o envia. Nosso Soberano é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores! Esforcemo-nos em representá-lo fielmente, nesta terra onde somos “forasteiros e peregrinos”.

            Foi-nos concedida uma posição mais alta que qualquer outra oferecida pelo mundo; porém, as exigências são também maiores. Não devemos manchar o Nome do Nosso Senhor, por nossas palavras, nossos atos ou nosso modo de aparecer.

            Fomos chamados para ser um “povo peculiar”, “não conformados com este mundo, mas... transformados”. O mundo que tem os olhos fitos em nós, olha às vezes porque quer saber: às vezes porque está duvidando, às vezes porque está desejando, e às vezes porque não crê. Somos para a glória de Cristo, ou para Seu desprezo? Estamos manifestando o poder daquele que “pode salvar completamente”? (Hb 7.25)
            Estamos provando, pelo viver, que as riquezas de Cristo excedem em resplendor a todas as riquezas do mundo? O mundo acha que estamos suportando a nossa salvação e que não participamos dos divertimentos em redor, porque somos obrigados a isso. Deixemos o gozo da comunhão com Cristo, brilhar em nossos rostos. 

Mostremos, pela vida, que nunca sentimos a falta dos prazeres do mundo, porque temos uma comunhão com Ele, a qual é muito superior a qualquer prazer ou alegria deste mundo.

12 de ago. de 2013

A Biblia - Revelação de Deus para nossa vida

 Não existe nenhuma dúvida quanto à inspiração da Bíblia. 

"Toda a Escritura é divinamente inspirada" (1iteralmente: "é dada pelo sopro de Deus"), declara Paulo.

 (2 Tim. 3:16.) "Porque a profecia não foi antigamente produzida por vontade de homem algum", escreve Pedro, "mas os homens santos de Deus falaram, inspirados pelo Espírito Santo" (2 Pedro 1:21).

Assim define Webster a inspiração: "A influência sobrenatural do Espírito de Deus sobre a mente humana, pela qual os profetas, apóstolos e escritores sacros foram habilitados para exporem a verdade divina sem nenhuma mistura de erro."

Segundo o Dr. Gaussen, "é o poder inexplicável que o Espírito Divino exerce sobre os autores das Escrituras, em guiá-los até mesmo no emprego correto das palavras e em preservá-los de todo erro, bem como de qualquer omissão".


Assim escreveu o Dr. William Evans: "A inspiração divina, como é definida por Paulo nesta passagem (2 Tim. 3:16), é a forte inspiração espiritual de Deus sobre os homens, capacitando-os a expressarem a verdade;

 é Deus falando pelos homens, e, por conseguinte, o Antigo Testamento é a Palavra de Deus. é como se o próprio Deus houvesse falado cada palavra do livro. 
As Escrituras são o resultado da divina inspiração espiritual, da mesma maneira em que o falar humano é efetuado pela respiração pela boca do homem." 

Podemos dizer que a declaração de Pedro revela que o Espírito Santo estava presente duma maneira especial e milagrosa sobre os escritores das Escrituras, revelando-lhes as verdades que antes não conheciam e guiando-os também no registro dessas verdades e dos acontecimentos, dos quais eram testemunhas oculares, de maneira que as pudessem apresentar com exatidão substancial ao conhecimento de outrem.

Amor pelas almas!!!!

As palavras dos maiores, na história da Igreja de Cristo, revelam como o coração os abrasava com este desejo; vamos citar algumas expressões:

            Knox, assim rogava a Deus: “Dá-me a Escócia ou eu morro!”

            Whitefield, implorava: “Se não queres dar-me almas, retira a minha!”

            Diz-se de Aleine: “Era insaciavelmente desejoso de conversão de almas, e para este fim derramava seu coração em oração e pregação”
            João Bunyan, disse: “Na pregação não podia contentar-me sem ver o fruto do meu trabalho”.

            Assim dizia Mateus Henry: “Sinto maior gozo em ganhar uma alma para Cristo, do que em ganhar montanhas de ouro e prata, para mim mesmo”.

            D. L. Moody: “Usa-me, então, meu Salvador, para qualquer alvo e em qualquer maneira que precisares. Aqui está meu pobre coração, uma vasilha vazia, enche-me com a Tua graça”.

            Henrique Martyn, ajoelhado na praia da Índia, onde fora como missionário, dizia: “Aqui quero ser inteiramente gasto por Deus”.

            João Hunt, missionário entre os antropófagos, nas ilhas de Fidji, no leito de morte, orava: “Senhor, salva Fidji, salva Fidji, salva este povo. Ó Senhor, tem misericórdia de Fidji, salva Fidji!”

            João McKenzie, ajoelhado à beira do Lossie, clamava: “Ó Senhor, manda-me para o lugar mais escuro da terra!”

            Praying Hyde, missionário na Índia, suplicava: “Ó Deus, dá-me almas ou morrerei!”

            Quando aqueles que assistiam a morte de Davi Stoner, pensavam que seu espírito já tivesse voado, ele se levantou na cama, e clamou: “Ó Senhor, salva pecadores! Salva-os as centenas e salva-os aos milhares!”, e findou a sua obra na terra. O desejo ardente da sua vida, dominava-o até a morte.

            Davi Brainerd falava: “Eis-me aqui, Senhor. Envia-me a mim! Envia-me até os confins da terra: envia-me aos bárbaros habitantes das selvas; envia-me para longe de tudo que tem o nome de conforto, na terra; envia-me mesmo para a morte, se for no Teu serviço e para o progresso do Teu reino”.

            Ele escreveu: “Lutei pela colheita de almas, multidões de pobres almas. Lutei para ganhar cada alma, e isto em muitos lugares. Sentia tanta agonia, desde o nascer do sol até anoitecer, que ficava molhado de suor por todo o corpo. Mas, oh! Meu querido Senhor suou sangue pelas pobres almas. Com grande ânsia eu desejava ter mais compaixão”.

            Brainerd podia dizer de si: “Não me importava o lugar ou a maneira que tivesse de morar, nem por qual sofrimento tivesse de passar, contanto que pudesse ganhar almas para Cristo. Quando dormia, sonhava com essas coisas, e ao acordar, a primeira coisa em que me ocupava essa era grande obra; não tinha outro desejo a não ser a conversão dos perdidos”.

Encontrava-se João Welsh, nas noites mais frias prostrado no chão, chorando e lutando com o Senhor, por seu povo. Quando sua esposa implorava que explicasse a razão de sua ânsia, respondia: “Tenho que dar conta de três mil almas e não sei como estão”.

O profeta Jeremias: “Se eu disser: Não farei menção dele, nem falarei mais em Seu nome, há no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos, e estou cansado de sofrer, e não posso conter-me”. (Jer 20.9)

O apóstolo Paulo: “Tornei-me tudo para todos, para de todo e qualquer modo salvar alguns”. (1 Cor 9.22)

O sentimento do Filho de Deus: “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores”. (2 Tim 1.15)


O desejo do Pai celestial: “Pois assim amou Deus ao mundo, que deu Seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3.16)

EVANGELIZAR!!! Tarefa fundamental da igreja

           


Um dos mais desafiadores já apresentados ao cristão é este: “A tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo.”

            A única defesa da Igreja é ganhar almas.

            Ela nasceu no ardor da evangelização. Estará arruinada sempre que seus membros deixarem de alcançar o perdido.
            No mundo hoje vivem mais de um bilhão e quatrocentos milhões de almas que nunca foram alcançadas pelo Evangelho de Cristo!
            Há hoje no mundo mais de quatrocentos milhões de almas não evangelizadas, do que na geração passada.
            Hoje mais de um quarto de todas as nações, um terço da superfície da terra, e metade da população mundial estão sob a influencia do comunismo ateu.

            Será que como cristãos estamos apercebidos disto? 
Será? Lembramo-nos de que como indivíduos, somos a Igreja de Cristo? Para que existe no mundo a Igreja Cristã?

            Ela não é uma grande arca, em que podem flutuar os favoritos, felizes, e sem cuidado algum, por sobre o mar da vida até chegar à praia áurea.
            Ela não é uma companhia de seguros, à qual se podem pagar prêmios e se ficar inteiramente livre do fogo do inferno!
            A Igreja não é um clube social, cujos membros se reúnem ocasionalmente para gozar a companhia uns dos outros, se divertirem, e trocarem idéias!
            Não é uma casa de saúde em que os deformados espirituais e os moralmente anêmicos tratam de seus males hereditários. Não.


            A Igreja de Cristo é uma instituição ganhadora de almas, a proclamar, a tempo e fora do tempo, que Jesus Cristo salva a todos os homens que O aceitarem.



Então não podemos perder tempo!!!
Fomos chamados para pescar almas!
façamos nosso trabalho!