“Somos
embaixadores por Cristo” (2 Cor 5.20). O embaixador tem de representar
fielmente o soberano que o envia. Nosso Soberano é o Rei dos reis e o Senhor
dos senhores! Esforcemo-nos em representá-lo fielmente, nesta terra onde somos
“forasteiros e peregrinos”.
Foi-nos concedida uma posição mais
alta que qualquer outra oferecida pelo mundo; porém, as exigências são também
maiores. Não devemos manchar o Nome do Nosso Senhor, por nossas palavras,
nossos atos ou nosso modo de aparecer.
Fomos chamados para ser um “povo
peculiar”, “não conformados com este mundo, mas... transformados”. O mundo que
tem os olhos fitos em nós, olha às vezes porque quer saber: às vezes porque
está duvidando, às vezes porque está desejando, e às vezes porque não crê.
Somos para a glória de Cristo, ou para Seu desprezo? Estamos manifestando o
poder daquele que “pode salvar completamente”? (Hb 7.25)
Estamos provando, pelo viver, que as
riquezas de Cristo excedem em resplendor a todas as riquezas do mundo? O mundo
acha que estamos suportando a nossa salvação e que não participamos dos
divertimentos em redor, porque somos obrigados a isso. Deixemos o gozo da
comunhão com Cristo, brilhar em nossos rostos.
Mostremos, pela vida, que nunca
sentimos a falta dos prazeres do mundo, porque temos uma comunhão com Ele, a
qual é muito superior a qualquer prazer ou alegria deste mundo.


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